quinta-feira, 28 de abril de 2016

FILMES E SÉRIES DE SUSPENSE PSICOLÓGICO MAIS VOTADOS NA NETFLIX - 1 A 10

Seven - Os sete crimes capitaisSEVEN - OS SETE CRIMES CAPITAIS
Classificação - 4,35

Um detetive de homicídios veterano e seu novo parceiro caçam um assassino em série que baseis seus crimes nos sete pecados capitais.








O Silêncio dos InocentesO SILÊNCIO DOS INOCENTES 
Classificação - 4,30

A estagiária do FBI Clarice Starling visita um presídio de segurança máxima para consultar o inteligente Hannibal Lector, um psiquiatra que se tornou canibal.
Inception





A ORIGEM

Classificação - 4,30

Neste inusitado suspense de ficção científica, um homem constrói um serviço de espionagem que entra no subconsciente de seus alvos para roubar seus pensamentos.



Janela indiscreta


JANELA INDISCRETA
Classificação - 4,30

Enquanto cura uma perna quebrada, homem se deixa absorver pela vida que passa pela janela e se centra em misterioso vizinho que pode ter cometido um assassinato.




Psicose
PSICOSE
Classificação - 4,15

Quando uma funcionária de uma imobiliária comete um roubo e foge com um monte de dinheiro, esperando começar uma nova vida, ela acaba no famoso Hotel Bates.



O sexto sentido



O SEXTO SENTIDO
Classificação - 4,05
Quando Cole Sear começa a ver pessoas mortas, ele acaba aos cuidados do psicólogo infantil Dr. Malcolm Crowe, que está determinado a descobrir a verdade.



A onda




A ONDA
Classificação - 4,00

O professor Rainer Wenger é colocado para dar aulas sobre autocracia. Para exemplificar melhor, ele forma um governo fascista dentro da sala de aula.







Chamada de emergência

CHAMADA DE EMERGÊNCIA
Classificação - 4,00

Uma adolescente sequestrada e uma atendente da Central de Emergências trabalham juntas pelo telefone para evitar que um perigoso assassino ataque novamente.




Ilha Do Medo


ILHA DO MEDO
Classificação - 3,93

Quando o inspetor Teddy Daniels chega à penitenciária psiquiátrica, o que começa como uma investigação de rotina sofre uma reviravolta sinistra e quase irreversível.






Taxi Driver
TAXI DRIVER
Classificação - 3,90

Neste envolvente conto urbano sobre decadência e insanidade, um taxista transtornado cuida de uma prostituta infantil e trama contra um candidato à presidência dos EUA.










quarta-feira, 27 de abril de 2016

FILMES E SÉRIES DE SUSPENSE PSICOLÓGICO MAIS VOTADOS NA NETFLIX - 11 A 20

A pele que habitoA PELE QUE HABITO
Classificação - 3,85

Um cirurgião plástico brilhante tenta superar a dor de ver sua mulher morta e desfigurada por um acidente de carro e inventa uma pele invulnerável a ferimentos.







Os 12 macacosOS 12 MACACOS
Classificação - 3,85

No ano 2035, um prisioneiro é voluntário para viajar no tempo e descobrir a origem de um vírus mortal que dizimou a população décadas antes.





El Cuerpo
EL CUERPO
Classificação - 3,85

O corpo de uma mulher desaparece do necrotério sem deixar vestígios e um policial precisa de toda a sua perspicácia para solucionar este mistério.





A conversação

A CONVERSAÇÃO
Classificação - 3,80

Após O Poderoso Chefão, Francis Ford Coppola lança este filme sobre um especialista em vigilância de áudio (Gene Hackman) que enfrenta um dilema moral quando suspeita que o casal cuja conversa ele foi contratado para gravar clandestinamente será assassinado. O filme, que se passa em São Francisco e conta com um tremendo elenco de coadjuvantes (entre eles John Cazale e Teri Garr), foi indicado a três Oscars, inclusive o de Melhor Filme e o de Melhor Roteiro.


Precisamos falar sobre o Kevin

PRECISAMOS FALAR SOBRE O KEVIN
Classificação - 3,75

Quando a tendência à crueldade de seu filho de 15 anos culmina em um ato de violência, a mãe se pergunta quão culpada é pelas ações que ele tomou.






Conexão PerigosaCONEXÃO PERIGOSA
Classificação - 3,70

Ao ser chantageado pelo presidente da empresa, um funcionário acaba seguindo os passos do ex-protetor e agora rival do chefe.



Cidade dos Sonhos





CIDADE DOS SONHOS
Classificação - 3,70

Nas avenidas de Los Angeles, verdade e ilusão se misturam. Betty chega do Canadá para se tornar atriz e conhece Rita, que está com amnésia, neste sucesso de David Lynch.



Instinto secreto




INSTINTO SECRETO
Classificação - 3,60

O carismático Sr. Brooks é um assassino em série que luta contra seu alter ego, cujo charme não consegue despistar a dedicada detetive que o investiga.




October 1


OCTOBER 1
Classificação - 3,55

Às vésperas da independência da Nigéria, o detetive Danladi Waziri tenta capturar um assassino que está aterrorizando as mulheres da região.



The Babadook



THE BABADOOK
Classificação - 3,55

Uma mãe solteira, atormentada pela morte violenta do marido, batalha com o medo de seu filho de um monstro estar se espreitando pela casa, mas logo descobre a presença sinistra ao seu redor.








sábado, 23 de abril de 2016

PSICÓLOGA PROMETE AMOR IDEAL E AUTOCONHECIMENTO PLENO EM APENAS 5 PASSOS

Sabe aquela história, trago o seu amor em sete dias? A frase que costuma aparecer em postes da cidade tem um significado diferente para a psicóloga Veruska Galvão, 34 anos. Percebendo as dores e dificuldades que as pessoas têm para iniciar e manter um relacionamento amoroso saudável, ela criou um método de autoconhecimento voltado para relações que tem basicamente cinco passos.
“Além de psicóloga, eu sou coaching. Trabalhei durante muito tempo em grandes empresas, com desenvolvimento de pessoas e ao longo desse tempo descobri que o buraco era mais embaixo. Alguns problemas de relacionamentos vem desde o processo de educação das pessoas, que estava comprometido. Foi então que surgiu o desejo de trabalhar com a educação afetiva das pessoas”, afirma Veruska.
Apaixonada por yoga e meditação, a profissional uniu tudo em um programa que identifica e busca solução para os problemas. “No coaching você estabelece muitas. A gente sempre trabalha com metas e no relacionamento não é diferente, por exemplo, uma meta é casar ou encontrar um namorado. Eu imagino que essa vai ser a maior demanda. Nós vamos estabelecer um plano de ação totalmente possível inclusive alinhando as metas com os valores dessas pessoas”, ressalta.
O primeiro passo do trabalho é a realização de uma palestra de apresentação coletiva. “O programa é em cinco etapas. É fundamental que ela esteja interessada em participar. Primeiro há uma palestra de apresentação em torno de 1 hora, é de graça e para conhecer a proposta, porque é algo novo. Depois se ela aceitar entrar para o programa, há um workshop de imersão, em um hotel provavelmente, um final de semana, em que a pessoa fica esse tempo todo em uma busca de autoconhecimento”, aponta.
A ideia é desmistificar que os opostos se atraem e que é preciso encontrar a cara metade. “Identificamos o estilo comportamental de cada um. Faço um relatório com feedback e a partir disso observamos se é preciso partir para um coaching individual ou apenas a imersão foi o bastante”, indica.
Depois de todos os passos é realizado um encontro entre os participantes para que eles possam treinar o que aprenderam. “Esse programa é para solteiros, casados, para quem queira melhorar as suas relações. Elas se encontram posteriormente para experimentarem o que elas aprenderam. É como naquele filme Conselheiro Amoroso, em um restaurante, café. Conheci várias pessoas que conheceram alguém dessa forma, é diferente”, frisa.
Por enquanto, Veruska não revela quanto vai custar o coaching amoroso. “Ainda estou em fase de testes, a minha primeira turma foi com pessoas que eu selecionei para participar. Quem eu conhecia e sabia que gostaria de conhecer alguém, de se relacionar melhor. Só depois dessa experiência verei o preço”, admite.
Mesmo assim, a proposta tem site em funcionamento, nome, no caso Relacionarsi e o marketing a todo vapor. No Instagram, por exemplo, há frases sobre ciúmes, valor e autoconhecimento. O que fica é a dúvida, “você tem sido protagonista ou coadjuvante dos seus relacionamentos?”.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

COMO DEIXAR FILHOS MELHORES PARA O MUNDO AO INVÉS DE [APENAS] DEIXARMOS UM MUDO MELHOR PARA ELES


Como deixar filhos melhores para o mundo ao invés de [apenas] deixarmos um mundo melhor para nossos filhos.


Paremos um instante para pensar no quão impactante para o futuro é educar uma criança .


Certamente esse impacto no mundo, na população terrestre, está fora da possibilidade de ser medido apenas em números. E o impacto em números não é o nosso interesse aqui , nosso interesse está na qualidade desse futuro.


A educação das crianças interfere diretamente no que chamamos de qualidade de vida, e posso dizer mais, interfere direta e certeiramente no futuro da humanidade. Por que digo isso? Porque nós precisamos de um mundo mais inteligente. E não estou falando apenas de inteligência cognitiva, não é uma questão de QI alto, de mentes brilhantes. Eu falo aqui sobre inteligência emocional. 

Precisamos de uma inteligência coletiva, que agregue mais do que individualize. Mas o que é inteligência emocional? É uma forma de inteligência na qual as pessoas conseguem identificar com mais facilidade os seus sentimentos, e os dos outros, e aprendem a lidar de forma saudável com eles.


Nós precisamos de um mundo com habitantes que saibam usar melhor os seus sentimentos, que utilizem-nos para o bem, que sejam sensíveis uns com os outros e com o mundo, que saibam compartilhar emoções, que não tenham medo de sentir. Seres humanos que saibam questionar suas ações, pensar nas consequências dessas para o todo, e não apenas isso, mas que tenham força moral para tomarem as atitudes necessárias e manterem suas opiniões quando perceberem que uma ação irá gerar uma reação negativa para a natureza e os outros seres vivos (humanos ou não). Que saibam recuar diante das inúmeras tentações que nos cercam e corrompem (o poder, o dinheiro, o sucesso), e nos afastam de um mundo mais coletivo, sustentável e saudável para todos.



Otimismo demais? Ideologia demais?


Acho preferível. Melhor o otimismo em relação a ideia de que o investimento no amor, no apoio, na educação de uma criança poderá mudar o futuro do que a incerteza do amanhã com os braços cruzados. Não podemos esperar sentados pela mudança. Nossos filhos estão aqui, nesse momento, pedindo para serem educados, guiados, amados, cuidados, apoiados, e eles nos pedem isso exatamente nesse AGORA em que vivemos. Vamos esperar o quê? Dê amor ao seu filho, cuide, dê limite, proteja, dê bronca, incentive, brinque, ensine, dê exemplo, tenha tempo com ele... A infância é o período de formação da personalidade e da moral da criança, do desenvolvimento cognitivo, motor, do desenvolvimento da linguagem, da descoberta dos sentimentos... Seja o "modelo" de ser humano que você gostaria que seu filho. Se esforce para atingir o seu melhor como pessoa, lembrando-se que um pequeno ser está sempre a olhar para você, admirado, observando tudo o que você faz, colocando-te como a pessoa mais importante da vida dele, pessoa a qual ele em tudo vai se espelhar. Seja para ele aquilo que você gostaria de ver no futuro.


Pense que seu filho é uma pequena esponja e está pronto para absorver tudo envolta. No início ele irá absorver TUDO que estiver ao redor dele, coisas boas e ruins, e irá absorver muito rápido. Porém, quem tem o discernimento, nesse primeiro momento, de separar o bom do ruim e mostrar para aquele pequeno bebê o que é "interessante" para ser absorvido, é você. Portanto, tenha paciência, dedique-se a educação de seu filho. É claro que cuidar de perto do desenvolvimento de uma criança não é uma tarefa simples. Precisamos, antes de tudo, estar atentos a nós mesmos, estar bem conosco. Há uma questão central que, por vezes, é negligenciada: o bem-estar físico e emocional dos cuidadores da criança. Mães, pais, avós, irmãos, parentes, amigos, profissionais, quem quer que sejam os responsáveis, a sua saúde é essencial para o bom desenvolvimento da criança que está sob seus cuidados. Não deixe o cuidado consigo de lado.


Vale lembrar de outra questão também primordial, o papel da escola na educação dos nossos filhos. A escola é uma instituição criada para a prática do ensino formal (respaldado por conteúdos, formas didáticas, certificação, profissionais de ensino, etc) e obrigatório à alunos, sendo administrada por professores. Ainda assim, existem muitos pais e/ou cuidadores que confundem o ensino formal e obrigatório que a escola oferece com a educação que precisa ser aprendida em casa. O ensino formal ofertado pelas escolas é composto por conteúdos pré-estabelecidos, elaborados por profissionais de ensino e transmitidos aos alunos de forma didática. Posteriormente, esses alunos são testados quanto aos conhecimentos aprendidos e, obtendo êxito, são certificados após a conclusão dos cursos propostos pelo Ministério da Educação (MEC). Já a educação seria um processo de ensino-aprendizagem realizado pela sociedade, entre os próprios agentes sociais, ou seja, com as pessoas entre si. No caso de bebês e crianças menores, ocorre nesse primeiro momento, através de seus pais, em uma constante interação e troca de aprendizagens e sentimentos. Assim, a transmissão de valores morais e éticos, a organização e manejo do comportamento, as regras a serem seguidas, enfim, todas essas e outras atividades similares são de responsabilidade da família cuidadora da criança, não cabendo à escola a educação dos nossos filhos nesse sentido.


Para finalizar, quero que pensem novamente sobre a seguinte questão:


Será que é ser realmente otimista demais querer um mundo assim?

Mesmo que seja e independente dos inúmeros desafios apresentados ao longo do desenvolvimento infantil, o qual acompanharemos como pais e responsáveis, no futuro saberemos que valeu a pena quando olharmos nos olhos dos nossos pequenos já crescidos, aqueles com quem dividimos tantas experiências, e percebermos que eles tornaram-se seres humanos de verdade, que compartilham não só sentimentos, mas o mundo em que vivem. Vamos perceber que valeu a pena ter investido na educação de uma nova geração, uma geração que sabe utilizar-se de um "pensamento coletivo" bem estruturado e desenvolvido para deixar o mundo melhor, para otimizar a qualidade de vida e beneficiar o todo, a humanidade.










Por Danielle Caus - CRP 16/4134

Formação: Psicologia

Instituição onde estudou: Faculdade Brasileira - UNIVIX

Área de atuação/Abordagem teórica: Psicoterapeuta Infanto-juvenil, ministra Palestras e Cursos sobre desenvolvimento infantil, realiza Treinamento de Pais.

Cidade onde atua: Vitória - ES
Site: www.fantasticamentedecrianca.com.br

terça-feira, 20 de outubro de 2015

O LADO BOM DE SER ANSIOSO

Partindo do princípio de que tudo envolve uma dicotomia e consciente que sou da minha ansiedade, logo penso ok! A ansiedade é algo ruim, então vou descobrir o lado bom se ser ansioso!

Sabe-se que a ansiedade é proveniente de fatores biológicos, ambientais, comportamentais e psicológicos, onde tudo tem início com o turbilhão de pensamentos que invadem a mente de forma incontrolável, com consequências que afetam as relações sociais e familiares principalmente, assim como o sofrimento psíquico que se manifesta fisicamente e impacta a vida como um todo.

A pergunta que surge é: O que eu posso fazer para de alguma forma usufruir de algum benefício dessa ansiedade?

Encontrar uma forma de lidar com ela é canalizar essa energia psíquica para a criatividade, para promover a produtividade no trabalho, impulsionar à ação para algo que resulte em prazer e realização.

Vamos lá! Mude o foco! Fale para si mesmo: sou ansioso, mas isso não me prejudica em nada, pelo contrário, me move, me faz fazer acontecer!


Rosânia Guimarães
CRP: 01/11302
Formação: Psicologia
Instituição onde estudei: Uniceub – Brasília/DF
Especialização: -
Área de Atuação/Abordagem Teórica: Clínica/ Teoria Cognitivo Comportamental
Cidade onde atua: Brasília/DF

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

COMO AJUDAR NAS ESCOLHAS DOS FILHOS?

Seu filho está terminando o Ensino Médio e não sabe o que quer fazer depois? As dúvidas variam a cada dia e você percebe que ele está sofrendo, mas não sabe como ajudá-lo? Dá opinião, fala da sua experiência ou assume uma postura neutra, uma vez que a escolha tem que ser de cada um?


Afinal, o que fazer?


Vamos falar aqui como os pais podem ajudar seus filhos na hora de escolher a carreira.


É verdade que esse costuma ser um momento conturbado na vida dos adolescentes e seus pais. Além de ser a primeira grande escolha desse jovem, trata-se de sua entrada na vida adulta.


Lembre-se de que a adolescência já é, por si só, um momento de muitas transformações emocionais, afetivas, intelectuais, sociais e físicas.


E, nessa hora, muitos pais ficam se perguntando o que fazer e como fazer.


Primeiro, vamos esclarecer uma coisa: a participação da família, principalmente dos pais, é muito importante nessa fase. Mas é preciso entender que é o adolescente quem irá decidir e é ele quem precisa ser o protagonista dessa escolha. Os pais estão ali para ajudá-lo e apoiá-lo.


Convido-o a relembrar como foi o seu processo de escolha da carreira. Lembro-me bem do meu. E me lembro, principalmente, do dia em que enfrentei a fila da Fuvest para entregar minha inscrição (naquela ano, a inscrição ainda era presencial. E olha que nem faz tanto tempo assim!). Nunca, na minha vida, uma fila foi tão longa!


Pensar nas nossas experiências pode ajudar-nos a entender melhor o momento de angústia pelo qual o adolescente está passando.



Aqui, vamos falar de três passos simples e importantes que você pode fazer para ajudar seu filho:


# 1 - Incentivo à pesquisa:


Hoje em dia, a informação está disponível para todos.


Pesquisar a respeito das carreiras é uma boa forma de entrar em contato com essa nova realidade.


Além disso, ajuda a conhecer novas profissões e carreiras que muitos nem imaginam que podem gostar.


É comum ouvirmos depois: “Puxa, se eu soubesse que esse curso existia...”.


Então, incentive seu filho a ir atrás das informações disponíveis sobre as carreiras e faculdades, ampliando seu interesse inicial.


Ele pensa em escolher Economia? Incentive-o a pesquisar sobre outros cursos, como Ciências Atuariais, Administração ou Sociologia. Gosta de animais? Estimule-o a pesquisar sobre Zootecnia, Medicina Veterinária ou Biologia. E por aí vai.


Mas lembre-se de algo importante: não faça nada por ele!


O adolescente precisa ser ativo na escolha, e isso inclui realizar a pesquisa da carreira.


Como pais, vocês podem e devem incentivar e conversar sobre o que ele encontrou e ajudá-lo a refletir sobre os resultados das pesquisas. Será uma ótima conversa!



# 2 - Assistir a uma aula:


Depois da pesquisa, converse com seu filho a respeito dos cursos que despertaram maior interesse nele e incentive a assistir a uma ou duas aulas desses cursos que estão chamando mais atenção.


Muitas faculdades permitem a entrada dos adolescentes com facilidade. E seu filho pode conhecer o campus, o ambiente e as pessoas. Alguns não gostam de fazer isso sozinho. Você pode acompanhá-lo ou incentivá-lo a procurar outros amigos para fazer a visita e assistir às aulas.


O objetivo de assistir à aula é observar os outros alunos, conversar com eles sobre o curso e a instituição.


Não é necessário focar no conteúdo da matéria, e sim no ambiente. Como são essas pessoas? O que pensam? O que fazem? O que acham do curso?


Mais uma vez, converse com seu filho a respeito das impressões dele após a visita.



# 3 - Entrevista com profissionais:


Essa dica é importante para quem já tem alguma ideia do que quer escolher.


Conversar com profissionais da área ajuda a tirar alguns mitos e fantasias a respeito da carreira escolhida.


O ideal é que seja feita no ambiente de trabalho.


Ajude seu filho oferecendo seus contatos, ajudando a pensar onde encontrar esses profissionais e como contatá-los.


Essa entrevista ou conversa deve ser feita com mais de um profissional. Isso porque dentro de uma mesma carreira temos caminhos e resultados diferentes.


Assim, seu filho pode entrevistar tanto alguém que goste do que faz e por isso vai dar uma ótima impressão dessa carreira, como outro profissional insatisfeito, que irá desincentivar tal escolha. Portanto, diversifique!


Mas lembre-se: não é você quem deve agendar as entrevistas! É importante deixar o adolescente fazer isso.


Pense com seu filho que perguntas ele poderia fazer ao profissional e elaborem um roteiro para auxiliá-lo.


E não deixe de conversar sobre a entrevista!



Para resumir:


Lembre-se de que o mais importante é conversar com seu filho e incentivá-lo a:


1. Buscar informações a respeito de cursos e carreiras;

2. Assistir às aulas dos cursos de interesse e perceber as pessoas e o ambiente;

3. Entrevistar profissionais (mais de um) em seus ambientes de trabalho.

Nunca faça nenhuma dessas atividades por ele, e sempre converse para saber como foi.




Daniela Porto Faus
CRP 05/45892
Formação, Psicóloga
Instituição onde estudou; Instituto de Psicologia da USP
Especializações; Neuropsicologia no contexto hospitalar Instituto de Psiquiatria da USP
Área de atuação/abordagem teórica: Orientação Vocacional, Psicoterapia e Avaliação Neuropsicológica
Cidade onde atua; Rio de Janeiro
Site: www.danielafaus.com.br

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

E ESSA TAL DE OBESIDADE?

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a obesidade é considerada a epidemia do século.

Segundo pesquisa realizada em 2010, considerou-se que 48,1% dos adultos estão acima do peso e 15% são considerados obesos.

Geralmente os obesos recebem adjetivos como: preguiçosos, não tem força de vontade ou são acomodados. Só que as pessoas ignoram que a obesidade não é somente fisiológica. Múltiplos fatores psicológicos atuam no indivíduo obeso, onde um profissional na área da psicologia vai procurar interpretar a linguagem inconsciente que o indivíduo procurou nortear a sua vida.

O ato de comer, além da função nutricional e de gerar energia para o corpo, está relacionado a uma função primitiva do ser humano: a fase oral. É através da boca que temos contato com determinados sentimentos como prazer, amor, medo, privação, etc. Geralmente a busca incessante de comida vai se apresentar como uma ferramenta de substituição para evitar o contato com determinados sentimentos que incomodam o indivíduo como frustrações, impotência e falta de esperança.

Os fatores psicológicos que geralmente estão presentes na obesidade (baixa autoestima, ansiedade, culpa, depressão) estão ligados a fatores sociais e ambientais e com isso podemos dizer que não existe um perfil único para o obeso. Por exemplo, se a família de origem é obesa, há uma grande tendência da criança ser obesa e consequentemente um adulto obeso. Isto porque ele vai estar cercado de determinados hábitos alimentares que já são padrões na sua família.

Quando se ignora os fatores emocionais as pessoas obesas vão viver uma luta eterna com a balança. Vão ter resultados totalmente temporários, podem passar pelo efeito "sanfona", trazendo seguidas frustrações e fazendo com isso que cada vez mais se torne difícil o ato de emagrecer.

O tratamento deve levar em consideração as necessidades individuais de cada um, suas crenças, preferências alimentares e estilo de vida além de procurar descobrir quais foram os objetivos que levaram o indivíduo a procurar perder peso como por exemplo, maior disposição, diminuição das taxas de colesterol, controle de diabetes e maior autoestima.

Portanto, é muito importante levar em consideração a parte psicológica no processo de emagrecimento.. É necessário conhecer os vínculos emocionais que levaram o indivíduo à compulsão e dependência na busca pela comida, senão mesmo procurando métodos considerados definitivos como a cirurgia bariátrica, a condição de magro pode ser temporária e com isso não vai agregar nenhum valor em termos de saúde e de qualidade de vida ao indivíduo.


Fátima de Freitas Pessôa
CRP: 5/43142
Estudou na Universidade Santa Úrsula
Especialista em Psicanálise e Transtornos alimentares
Área de atuação/ abordagem teórica: Psicanálise
Cidade onde atua: RJ - Consultório: Rua Jardim Botânico, 635/608 - Jardim Botânico - RJ

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

O QUE É PSICOTERAPIA?

Certamente você já ouviu falar em psicoterapia, ou em algum momento da sua vida alguém lhe disse “porque você não procura um psicólogo?”. Pois bem, mas será que você sabe o que é a psicoterapia? 

Ou porque você deveria procurar um psicólogo? Neste artigo vou explicar de forma breve o que é a psicoterapia e qual a importância que ela pode ter na vida das pessoas.

Acredito que primeiro temos que entender que existem vários tipos de pessoas, e cada pessoa tem sua forma de ser e de estar no mundo com outras pessoas. Nós como seres humanos, que convivemos em grupos, (família, trabalho, escola, amigos, etc.) temos que lidar com diversas situações em nosso dia-a-dia, muitas coisas aparecem para nós, muitas decisões para tomar, “problemas para resolver” e escolhas a fazer.

Existem pessoas que são ditas “bem resolvidas” ou “esclarecidas” que tem habilidades em lidar com as situações do cotidiano, dão conta da vida, de suas relações e de seus problemas. Porém, existem pessoas que não tem essas habilidades tão aguçadas, e em determinados momentos da vida encontram-se diante de situações, sentimentos e emoções cujas quais não sabem como lidar, ou o que fazer e como fazer.

E mesmo as pessoas “bem resolvidas” em algum momento da vida podem também ter seus sentimentos e emoções abalados por conta de alguma situação difícil como (a morte de uma pessoa querida ou parente, o fim de um relacionamento, a descoberta de alguma doença grave, a demissão do emprego, etc.). E nesses momentos a pessoa pode perder o “rumo”, ficar sem chão, os sentimentos e emoções podem ficar confusos, podem ocorrer sintomas físicos, como insônia, taquicardia, dores no corpo, etc. e a pessoa pode ficar sem entender e com dificuldades em lidar com o que está ocorrendo em sua vida.

Geralmente nessas situações, quando o emocional fica extremamente abalado, as pessoas querem resolver logo o problema, não querem sentir o que estão sentindo, então o que elas fazem? Medicação! Procuram um psiquiatra em busca de remédios, ou pior, tomam medicação pesada, tarja preta, sem ao menos consultar um médico.

Bom, o que posso dizer sobre tomar um “remedinho”? Remédio para dormir, remédio antidepressivo, remédio para fazer a criança ficar quieta, remédio para dores musculares, remédio para ansiedade, remédio para tensão, remédio para dores de cabeça, existe remédio para tudo hoje não? Os remédios, não irão resolver seus problemas se junto a eles não houver o cuidado com seu emocional, que pode ser feito adivinha como? por meio da psicoterapia. Muitas vezes nem o remédio faz com que você se sinta melhor não é mesmo? Mas, por quê?

É claro, não podemos desconsiderar a importância da medicação (quando essa é realmente necessária), porém, as pessoas precisam saber que só tomando a medicação elas não resolverão seus problemas, as pessoas precisam se conhecer, conhecer suas próprias emoções, seus próprios sentimentos, precisam entender que para dar conta da vida, (que não está fácil para a grande maioria), saber quem é você pode ser o melhor remédio para qualquer situação que venha a ocorrer em sua vida emocional.

Nós somos corpo e mente, o que seu corpo sente pode estar diretamente ligado com o que se passa pela sua mente e com o seu emocional, está ligado as suas preocupações, estresse, ansiedade, depressão, medo, angústia, fobias, irritabilidade e diversas outras emoções, que se não tratadas, podem causar reações diretamente em seu organismo, e é ai que surge a dor de cabeça, a tensão, as dores no corpo, o incômodo no estomago, a insônia, e diversas outras reações que se apresentam no corpo.

Existem pessoas que tomam remédio a 2, 5, 8, 10 anos, e nunca melhoram, vão a diversos médicos, fazem dezenas de exames, e não descobrem o que tem, e não sabem o que fazer. Na vida, é necessário tomar as rédeas da situação, e aprender a lidar com a sua própria vida. Ser regente de sua própria orquestra, ampliar a visão e descobrir um mundo de possibilidades.


Eis a importância da psicoterapia. A psicoterapia é um recurso único e exclusivo do profissional Psicólogo (geralmente o psicólogo clínico) ou do Médico(geralmente o psiquiatra), a diferença básica entre um e outro é que o médico pode receitar medicação, enquanto ao psicólogo é vetada a
prescrição de medicamentos. Agora a terapia, que vem do grego (therapeía ou therapeúein) e que significa, servir, ajudar, tratar, etc. pode ser feita por qualquer pessoa. Ouvir música, pintar, tocar um instrumento, visitar lugares exóticos, são exemplos de coisas que podem ser extremamente terapêuticas.

O psicólogo, por meio da psicoterapia, pode te auxiliar em seu processo de autoconhecimento. Quando sabemos quem somos e como somos, o que pensamos e como pensamos, o que fazemos e como fazemos, as coisas podem ficar bem mais claras, e aos poucos vamos aprendendo a lidar com as situações, expandimos nossa mente, nossa consciência e começamos a enxergar coisas que antes pareciam não fazer parte de nós. Você já deve ter ouvido alguém dizer “convivo com fulano a tantos anos e nem o conheço direito”, pois é, talvez nem o “fulano” se conheça direito!

A psicoterapia é um aprofunda-se em si mesmo, tocar naquilo que antes era intocável, mexer com aquilo que nos incomoda. E não, não é apenas um processo lindo e maravilhoso, na psicoterapia, podemos passar por momentos tensos, difíceis e angustiantes. Porém, no decorrer do processo a vida pode começar a se apresentar de forma diferente, podemos potencializar emoções, sentimentos, e assim saber como lidar com a vida, com os problemas e com as nossas próprias escolhas.

A psicoterapia poderá te auxiliar:

* No enfrentamento de dificuldades
* Nos conflitos emocionais
* Na ampliação da consciência
* Na compreensão das relações interpessoais
* Na busca do auto conhecimento
* Na qualidade de vida
* Entre outras cosias

Ao se conhecer, o ser humano tem a tendência a saber lidar melhor com suas emoções, pensar e planejar seu crescimento e promover mudanças significativas em sua vida. Durante os atendimentos o psicólogo clínico poderá auxiliar o paciente/cliente:

* Em suas angústias
* Seus medos
* Anseios
* Ideias e dúvidas

É um espaço livre para abordar os assuntos que lhe convêm, espaço para refletir, reconstruir e pensar alternativas que possibilitem seu crescimento e desenvolvimento pessoal.

Os principais motivos pelos quais as pessoas buscam psicoterapia são:

* Conflitos familiares
* Dificuldade nos relacionamentos afetivos
* Dificuldade nos relacionamentos profissionais
* Dificuldades emocionais
* Questões sexuais
* Estresse
* Depressão
* Dependência Química
* Síndrome do Pânico
* Obesidade
* Transtornos alimentares
* Transtornos do sono
* Transtornos do humor
* Ansiedade excessiva
* Perdas emocionais e matérias
* Baixa auto-estima
* Orientação profissional
* Distúrbios de aprendizagem
* Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade
* Transtornos mentais severos
* Pacientes oncológicos

Porém vale ressaltar que não é preciso estar passando por algum problema ou dificuldade emocional para poder fazer psicoterapia. Pode-se fazer a psicoterapia para o autoconhecimento e para a emancipação da consciência e ampliação das possibilidades de ser e estar no Mundo.



Carlos Costa
CRP: 06 -122657
Formação: Psicólogo e Coach
Instituição onde estudou: FHO UNIARARAS e
Sociedade Latino Americana de Coach – SLAC


Especializações: Pós-Graduando em Psicoterapia Corporal no curso de formação Internacional em Análise Bioenergética. Reconhecido pelo International Institute for Bioenergetic Analysis – IIBA e pelo Instituto de Análise Bioenergética de São Paulo – IABSP. Para o titulo de Especialista Clinico credenciado pelo Conselho Federal de Psicologia* – CFP nº. 013/2007- Psicologia Clínica.


Área de atuação/abordagem teórica: Psicologia Clínica, Orientação Psicológica Online em Abordagem Humanista


Cidade onde atua: Leme-SP 
Site: www.opsicologoonline.com.br 
Página: www.facebook.com/carloscostapsicologoecoach

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

DEZ TÉCNICAS PARA ALIMENTAR BONS PENSAMENTOS NAS CRISES DE PÂNICO

Você sente que as coisas não estão bem. A vista embaralha, o coração acelera, o medo toma conta. 
Suas mãos tremem, e você paralisa ali mesmo. Outra crise de pânico, que veio assim , sem pedir licença e tomou conta de você!



1. A primeira coisa a fazer e prestar atenção na sua respiração. Tente fazer uma respiração mais profunda. Respirar vai ajudar você a diminuir o stress e fornecer oxigênio ao cérebro. Ao puxar o ar conte até 4, guarde o ar dentro de você, conte até 4, e solte o ar contando até 4. Coloque seu foco em desacelerar!!! Repita essa respiração por 8 vezes no mínimo! Seu corpo vai entender que você não está em perigo, e vai começar a acalmar. Seus músculos vão relaxar mais, e seu pensamento vai começar a restabelecer uma clareza.

2. Busque outras coisas ao redor para distrair você. Observe pessoas, pense e cante mentalmente sua canção predileta, mude o foco do seu pensamento fazendo um esforço para se distrair, conte quantas pessoas ali naquele ambiente, quantas usam óculos, ou estão de tênis....Invente, crie formas de distrair sua mente concentrando-se em algo diferente!

3. Existe um relaxamento corporal que você pode fazer e que vai te ajudar a concentrar-se em algo diferente, e consequentemente relaxar seus músculos. Comece pelo rosto da seguinte maneira: contraia os músculos do rosto (isso vai dar uma careta bem feia), conte dez segundos e relaxe, faça o mesmo com a boca, os ombros, com os braços, com as pernas, com a pelve, e com os pés. Contraia o grupo muscular , segure por 10 segundos, relaxe, libere a tensão. Experimente! Você pode usar esse exercício quando a ansiedade estiver chegando!

4.Imagine o contrário daquilo que dá medo. Se você está ansioso e com medo de uma prova por exemplo, imagine como será sua alegria depois da vitória, imagine você comemorando e contando seu sucesso para as pessoas. Assim você estará trocando seus pensamentos disfuncionais (negativos) por pensamentos funcionais (positivos), e isso vai ajudar demais você. Afinal é muito melhor pensar coisas boas, e imaginar situações de sucesso não é?

5. Faça as pazes com sua imaginação. E então imagine um lugar bonito, um lugar que te traz paz, calma, ou alegria. Esse exercício pode ser feito de olhos abertos ou fechados. Você vai colocar muitos detalhes nessa cena, e aos poucos vai enriquecendo esse lugar com mais e mais detalhes para que sua imaginação fique tomada de coisas leves e boas. Você estará fazendo uma imaginação guiada.

6. Faça um debate com você mesmo e questione seus medos! Ok, você está ansioso! Mas... Esse perigo é verdadeiro mesmo? Ele está aqui e agora? Ele foi gerado pela sua imaginação? Assim, você pode ser compreensivo com você, e reconhece se ha perigo real ou se essa ameaça e fantasiosa. Fazendo assim, você aciona seu lado mais racional, e vai perceber o quanto esse medo foi criado, e não necessariamente existe naquele momento!

7. Mude de atividade. Sentiu que a ansiedade aumentou....procure mudar o que estava fazendo para distrair sua mente e gastar a energia do corpo, colocando tudo em movimento. Se for possível ocupar-se nesse momento com algo que lhe faz bem , será ótimo. Exercício físico, jardinagem, artesanato, pintura, fotografia, dança, música,....

8.Ja pensou em registrar o que você sente? Escreva textos que mostrem um pouco o retrato desses medos. Pense o que levou você a ter medo e assim vai descobrir porque aquela crise naquele momento! A escrita ajuda muito a racionalizar as emoções , no caso o medo, e ajuda você reagir com mais razão em uma outra situação. Isso pode mudar seu comportamento diante do medo. Você ganha mais força e controle sobre ele!

9. Movimentar-se, fazer exercícios físicos são boas alternativas para aumentar seu bem estar. Procure um exercício que você tenha prazer em realizar, pode ser caminhada, yoga, corrida ou natação...Isso depende do seu perfil,mas arrume um tempo pra você!




10.Invista em você, nas pessoas que você ama, e que amam você para buscar apoio. Em crises ligue, procure por eles, converse. É muito bom sentir-se acolhido nesses momentos de mais fragilidade.

Procure ajuda psicológica para entender melhor sobre suas crises e como ter maior controle sobre elas. Na terapia você vai se compreender, e ao mesmo tempo descobrir formas de autocontrole. Se seus sintomas estiverem intensos e frequentes, você necessita de ajuda psiquiátrica, sendo assim , busque um médico para acompanhar você, fazer a dosagem e a escolha dos melhores medicamentos. 

Lembre-se que o controle das suas crises, depende da escolha dos caminhos certos.



Denise Franco
Psicóloga
CRP:06/61310
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