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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

COMO INFLUENCIAR AS OUTRAS PESSOAS

As pessoas se relacionam de diversas formas. 

Nós vivemos em sociedade e influenciamos uns aos outros. A força dessa influência depende de vários fatores. A relação afetiva é um desses fatores. O vínculo familiar direto, a proximidade de parentesco ou a simples amizade atuam como reforço da influência interpessoal.

Uma opinião emitida por um familiar ou por um amigo causa mais impacto que a procedente de um estranho. Quando se forma um juízo sobre uma determinada ideia, a fonte de origem tem mais força do que a ideia em si. Se a opinião procede de alguém que, além de conhecido, está conectado por um laço afetivo, um caráter de confiança paralelo é adicionado ao que se tem com essa pessoa.

Por exemplo, é bastante comum que um candidato a um posto de trabalho busque suas "influências", isto é, alguém relacionado ao selecionador de pessoal ou à diretoria, para que responda por ele, levando em conta que tal opinião terá muito valor.

Outro fator importante é a relação de simpatia: pessoas que por seu caráter amável e pela graça com que se expressam e se comportam se tornam simpáticas e despertam ao seu redor um clima cordial e de confiança, que facilita as relações interpessoais. Isso faz com que suas opiniões cheguem aos demais com um ar de convicção e credibilidade. É uma forma de carisma pessoal que reforça notavelmente a influência. É claro que o caso inverso, a antipatia, pode prejudicar a opinião mais verdadeira. Quando uma pessoa é vista como antipática, tudo quanto diga ou faça passará por esse filtro negativo, que irá comprometer sua credibilidade e enfraquecer sua influência.

Sabemos também que existem personalidades fortes e personalidades mais fracas. As primeiras possuem uma segurança em si mesmas que dá grande firmeza a seus critérios e costumes. Geralmente dominam as situações e conseguem sobrepor-se às opiniões contrárias. A influência que exercem nos demais, neste caso, são reforçadas pela segurança que emanam suas afirmações. Por outro lado, as pessoas mais fracas carregam um sentimento de inferioridade que lhes faz subordinar-se aos mais fortes. Duvidam de si mesmas até o ponto de estarem convencidas de que tudo que o outro diga há de ser profundo, sincero e engenhoso. São pessoas de critérios muito maleáveis, influenciáveis e que mudam de opinião com grande frequência.

Quando existe uma relação de autoridade mais ou menos aceita, o superior exerce uma influência manifesta sobre o subalterno. Isso é notório entre pais e filhos, professores e alunos, chefes e subordinados e todas aquelas pessoas que por seu status social possuem diferença de mando. Às vezes a autoridade não precisa estar legitimada; simplesmente uma notável diferença de idade determina a influência: o mais velho sobre o mais jovem. Em outras ocasiões a autoridade vem dada pela sabedoria ou especialização. 

Por exemplo, a opinião de um mecânico de automóveis pode influir decisivamente sobre quem pretender comprar um carro, bem como a opinião de um profissional da área da saúde sobre os hábitos de uma pessoa. É evidente que a combinação de dois ou mais desses fatores numa só pessoa multiplicará seu poder de influência. Se além de autoridade o indivíduo possuir força e simpatia, o êxito na persuasão estará praticamente assegurado. São aspectos muito conhecidos e usados há muito tempo na publicidade e na propaganda política.


Fonte: VyaEstelar

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

CRIANÇA E LIMITES

Por Patrícia Renata



Limite é tudo o que possa diferenciá-lo das outras pessoas, mostrando onde você começa e termina. Muitas vezes dizemos: “Não gostaria de estar na pele dela”. O limite da pele mantém o que é bom dentro e o que é ruim fora. As vítimas de agressão e abuso sexual em geral têm poucas noções de limites. Cedo descobrem que sua propriedade não começou na pele. Os outros podem invadir e fazerem o que quiserem. Conseqüentemente, sentem dificuldade em estabelecer limites na vida mais tarde.

Por que atualmente a maioria das crianças não possui limites? Qual a dificuldade dos pais em protegerem, aconselharem e intervirem na vida dos filhos quando se percebe que algo não vai bem? Por que os pais preferem passar horas a mais no trabalho para poderem ter condições de comprar tudo que querem do que apenas passar mais tempo juntos e ensinar a força do não. No mundo físico, uma cerca ou outro tipo de estrutura normalmente determina um limite. No mundo espiritual, as cercas são invisíveis. Porém, podemos criar uma boa barreira protetora com palavras. E a mais simples para estabelecer limites é o NÃO.

Ela permite que os outros saibam que você existe independentemente deles e tem controle de si mesmo. Algumas pessoas acreditam que se disserem não aos seus filhos, ameaçará o relacionamento afetivo familiar, por isso, muitas vezes consentem passivamente, mesmo observando que tal comportamento ou ação poderia ocorrer de outra maneira, isso acaba trazendo ressentimento aquele que sentia no dever de agir de outra forma e não conseguir. Aqui, trazem problemas futuros para ambas as partes. Um perde o controle, enquanto o outro não saberá o que é autocontrole.

As palavras delimitam sua propriedade para os outros quando você expressa seus sentimentos, intenções ou antipatias. As pessoas acham difícil saber qual é a sua posição quando você não usa palavras para delimitar sua propriedade.

As palavras que você emite permitem que os filhos saibam onde você se encontra qual o limite até ele pode ir. Para isso é necessário uma aproximação emocional, verdade e tempo.

Diálogo sempre. Mesmo que doa. Mesmo que pareça difícil. Sentimentos não devem ser desconsiderados nem encarados com culpa. Devemos ter consciência deles e ensinar isso aos filhos para que cresçam seguros e emocionalmente inteligentes.

Os sentimentos vêm do coração e podem revelar em que condição se encontra seus relacionamentos. Eles dizem se as coisas estão indo bem ou não. Quando um filho se sente amado, amparado, cuidado e admirado as coisas provavelmente vão bem. Isso tudo eleva a auto-estima das crianças deixando-as seguras e administradoras de suas próprias vontades e verdades dentro dos valores que foram passados a elas.

Quando sentires irritados, não desconte nos filhos. As conseqüências serão desastrosas. Cada indivíduo é responsável pelo que sente, devendo assumir e entender como problema seu, sempre na responsabilidade de achar uma resposta para o que eles estão querendo dizer.

Apenas dessa forma, o autocontrole ajudará na imposição de limites. Criar filhos com amor, paciência e limites, carinho e responsabilidade contribui para um mundo com um número maior de pessoas confiantes e controlando sua própria vida.


Bibliografia: 1992 por Henry Cloud e Jhon Townsend - LIMITES

terça-feira, 9 de setembro de 2014

BEBÊS JÁ FAZEM ESCOLHAS MORAIS

Para o canadense Paul Bloom, temos um senso moral inato, moldado pela evolução para nossa sobrevivência. Nesta entrevista, o professor de ciências cognitivas da Universidade Yale, nos Estados Unidos, conta como seus experimentos com bebês de até um ano revelam aspectos de uma ética universal e mostram que, desde que nascemos, sabemos diferenciar o bem e o mal

O canadense Paul Bloom reuniu em seu último livro dois temas com apelo popular: bebês e moralidade. Referência mundial em estudos sobre desenvolvimento cognitivo, seu propósito é mostrar, em O que nos faz bons ou maus (Editora Best Seller, 304 páginas), que parte de nosso senso moral é inato. Seus experimentos com bebês, feitos no Centro de Cognição Infantil de Yale em conjunto com sua colega e mulher, Karen Wynn, dão pistas de como a moralidade seria mais uma característica moldada pela evolução para nossa sobrevivência e indicam quais aspectos do nosso sistema ético seriam universais e biológicos.

Professor da Universidade Yale desde 1999, Bloom gosta de temas pop — seus últimos livros discutem porque gostamos de obras de arte (How Pleasure Works, de 2010, sem edição em português) e como as crianças são capazes de ler emoções (Descartes’ baby: How the Science of child development explains what makes us human, de 2004, sem edição em português). Dessa vez, o autor aprofundou suas pesquisas com a infância para abordar as origens da moralidade. De Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, onde esteve para a sétima edição do ciclo de conferências Fronteiras do Pensamento, Bloom conversou com o site de VEJA e, em um bate-papo com contornos filosóficos, explicou por que está tão confiante de que sabemos diferenciar o bem do mal desde que nascemos.


Sua pesquisa é sobre a natureza humana. Como experimentos com bebês, seres humanos que ainda não são plenamente desenvolvidos, a revelariam? 

Quero saber o que há de natural em nosso sentimento de certo e errado, ou seja, o que não muda com a cultura. Eu poderia ver o que há de comum em diferentes sociedades ou analisar o que dividimos com outras espécies. No entanto, acredito que a melhor forma de descobrir o que todos os homens compartilham é estudar bebês e crianças. Se eu encontrar algo em uma pessoa tão jovem — estudamos crianças de três meses até um ano — é um bom sinal de que isso seja parte de nossa moralidade universal. Estudar bebês e, depois, adultos nos dá uma boa ideia de quais aspectos de nossa moral são universais e biológicos e quais são culturais.


Quais são as escolhas morais dos bebês?

Eles são capazes de distinguir ações gentis e cruéis, sofrem com a dor dos que os cercam e têm vontade de acabar com esse sofrimento, e possuem um senso primitivo de igualdade e justiça, querendo que as boas ações sejam recompensadas e as más punidas. Um de nossos experimentos, com bebês entre seis e dez meses, mostrava um show de fantoches em que uma bola tentava subir uma ladeira e era auxiliada por um boneco ‘bom’, ou empurrada para baixo por um boneco ‘mau’. Eles preferiam, invariavelmente, a personagem ‘boazinha’. Isso sugere que eles contam com uma apreciação geral do comportamento bom e mau.


Como, mesmo sem falar ou se mover com independência, bebês são capazes de demonstrar seu senso de justiça? 

Em outro experimento, com bebês de cinco e oito meses, mostrávamos um fantoche ‘bom’ e outro ‘mau’ no centro de duas situações: em uma delas, o fantoche ‘bom’ jogava uma bola para um boneco que devolvia a bola para ele, sendo bonzinho e, em seguida, para um segundo, que saía correndo com a bola, sendo malvado. Em seguida, o fantoche ‘mau’ também lançava a bola para os dois bonecos, que agiam da mesma maneira. Queríamos ver como elas se comportavam em relação ao boneco 'mau' — se preferiam quem lhe fez bem ou quem lhe fez mal. Os bebês de cinco meses preferiam se aproximar dos fantoches que foram simpáticos com o cara ‘malvado’. Os bebês de oito meses, contudo, preferiam o fantoche que castigou o ‘malvado’. Isso mostra que, em algum momento depois dos cinco meses, os bebês começam a apoiar os responsáveis pelas punições — desde que elas sejam justas. 


Esses elementos morais, que parecem inatos, não poderiam ser aprendidos pelos bebês? 

Vivenciamos experiências antes e logo após nascer. E pode ser que algumas delas sejam necessárias para que a moral se desenvolva, como uma parte do corpo que só cresce com os nutrientes certos. Os bebês certamente têm alguma experiência do mundo e de sua cultura, mas eles não falam, leem ou estão expostos a ensinamentos religiosos. Além disso, mesmo com essa vivência, os testes que fizemos não envolvem situações familiares. Por isso, estou confiante de que alguém com três ou nove meses expressa algo não aprendido pela linguagem.


Se a moral é inata, então ela é um mecanismo de adaptação para nossa sobrevivência? 

A moralidade inata é muito limitada. Por meio da razão, também uma característica moldada pelas forças evolutivas, vamos ampliá-la e desenvolvê-la na idade adulta. Bebês, por exemplo, não têm nenhuma afeição natural por estranhos, mas, quando adultos, reconhecem que, mesmo que alguém viva em outro país, fale outra língua ou seja de outra família, têm direitos iguais. Isso não é óbvio para um bebê.


Um de seus argumentos é que a moralidade é composta de duas faces: emoções e princípios. Como isso funciona? 

Os princípios apontam caminhos, enquanto as emoções nos movem. O psicopata é alguém que não dispõe desses sentimentos e, por isso, é tão difícil para ele agir de acordo com princípios morais. Racionalmente, ele reconhece o certo e o errado, mas não sente nenhuma das emoções correspondentes e por isso age na contramão do que os princípios pregam. 


A razão tem um papel na moralidade? 

Sem dúvida. Embora atualmente qualquer um concorde que a escravidão é errada, durante a maior parte da nossa história, ela foi vista como algo moralmente defensável. O que aconteceu para mudar nossa visão? A resposta é clara: muitas pessoas argumentaram que isso era injusto, refletimos sobre o assunto e concordamos. A moral é resultado da racionalidade. Acreditar que ela é calcada apenas em instintos é como acreditar que a Terra é quadrada. Nos dilemas morais, fica evidente o emaranhado: há emoção, mas também um quebra-cabeça de argumentos que precisamos resolver.


O bebê tem uma relação fundamental com uma pessoa, a mãe. Isso influi na nossa formação moral? 

Sem dúvida. Nosso sistema moral é calibrado pelas pessoas mais próximas a nós. Há regras que dificilmente são quebradas, como o incesto. Além disso, nos importamos mais com nosso grupo. Acreditamos que devemos obrigações e favores a nossa família e amigos — há uma ética específica para os que estão ligados a nós, que não funciona para desconhecidos. 


Alguns filósofos argumentam que deveríamos tratar os estranhos da mesma maneira que aqueles que amamos. Esse é um dos princípios fundamentais das religiões cristãs. A religião tem algum papel na origem da moralidade? 

Muitas pessoas acreditam que é preciso ser religioso para ser bom. Não há evidências científicas para isso. Os ateus podem ser exemplos de bondade e, normalmente, a religião motiva as pessoas a fazer coisas terríveis — exemplos assim não faltam em nossa história. Mas a religião também pode fornecer grandes ensinamentos morais, construir comunidades beneficentes e ser uma força importante na direção do bem. Ela é apenas um fator a mais, como as experiências ou leituras de nossa vida, que podem levar para o bem ou para o mal.


Outro elemento citado em seus estudos como importante para a origem da moralidade é a aversão. Como ela moldaria nossas escolhas?

É muito interessante descobrir de onde vêm a aversão ou repugnância a algumas coisas. Temos nojo, por exemplo, de fluidos corporais e alguns psicólogos argumentam que isso é devido à lembrança de nosso lado animal. Porém, não nascemos com essa náusea. Um experimento da década de 1980 ofereceu a crianças com menos de dois anos algo que foi descrito como fezes de cachorro — feitas com manteiga de amendoim e queijo — e a maioria delas comeu a preparação. Ela pode ser desenvolvida, ao longo do tempo, como um propósito adaptativo: para evitar a ingestão de alimentos estragados, parasitas ou doenças.


O senhor relaciona a repugnância à moral sexual. De que forma essa sensação pautaria nossas opções ou avaliações morais sobre o sexo?

Minha teoria é que, por termos aversão a algumas coisas que poderiam nos fazer mal, consideramos que elas sejam erradas. Assim, se eu sou um heterossexual, penso em dois homens fazendo sexo e sinto nojo disso, acredito que o que eles fazem é errado. Mas isso é um equívoco. Fazemos centenas de coisas desagradáveis que são corretas — trocar as fraldas de nossos filhos é desagradável, mas não é errado e nem os amamos menos por causa disso. Reconhecer que nem tudo que nos causa náusea é ruim é um passo moral que ainda precisamos tomar.


Seus estudos mostraram que bebês exibem preferências pelos iguais. Essa seria uma das razões para a existência de preconceitos?

Isso tem a ver com nossa predisposição natural ao estabelecimento de coalizões. Favorecemos nossos próprios grupos — o que tem lados positivos, como a valorização de línguas e culturas ou o sentimento de pertencimento e orgulho. Podemos usar nossa inteligência para dominar nossa tendência à coalizão quando sentimos que ela começa a sair do controle. Criamos tratados e organizações internacionais voltados à proteção dos direitos humanos universais. É assim que o progresso moral acontece: por meio da razão permitimos que o que há de melhor em nós suplante instintos e desejos negativos.



Fonte: VEJA

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

INCONGRUÊNCIA: CARACTERÍSTICAS DE PESSIMISTAS E DERROTISTAS

Por Antônio Carlos Amador



"Você determina sua vida ou é um simples fantoche operado pelos seus demônios internos?"


Quando verificamos nossos pensamentos, sentimentos e ações e encontramos alguma área que não esteja funcionando tão bem quanto as outras, é sinal que estamos em desequilíbrio, somos incongruentes.

Uma pessoa congruente vive em equilíbrio entre o pensar, o sentir e o agir. A congruência é uma característica básica das pessoas equilibradas: o corpo, a mente e o sistema de valores interagem. Na verdade, existe uma unidade entre o que pensamos, sentimos e fazemos.

Quando nos tornamos pessoas congruentes, praticamos aquilo que falamos. Rimos quando estamos alegres e felizes, abraçamos quando sentimos afeto, ficamos rubros quando estamos com raiva, pedimos um abraço quando estamos carentes. Mas também pensamos. Podemos pensar sobre as coisas da vida, o rumo que tomam e o contexto em que nos encontramos. Temos consciência do que sentimos e fazemos.

A incongruência é a característica dos pessimistas e derrotistas. Uma pessoa incongruente pode sentir amor e querer expressar tal afeição, mas ficará tensa e hesitante no momento de colocá-la em prática. Uma outra pessoa incongruente tem pensamentos idealistas e justos, mas depois fará de tudo para afastar sua filha do namorado pobre. Ou seja, tal ação está em desequilíbrio com o pensamento e o sentimento dessa pessoa.

"Personagens"

Um homem, com sentimentos desequilibrados e disfuncionais, citava estatísticas de saúde pública para consolar um amigo com câncer. Ele deixava que sua ação fosse totalmente governada pelo pensamento e se esquecia de levar em conta seus sentimentos e os do amigo.

Uma mulher, com pensamento disfuncional, apaixonou-se loucamente por um homem sedutor, que lhe prometeu mundos e fundos; mas acabou sendo maltratada e abandonada. Ela permitiu que seus sentimentos governassem suas ações, sem que seu pensamento funcionasse e avaliasse a situação.

Uma garota sentiu-se muito só numa festa e foi embora para casa, onde ficou pensando sobre o motivo de sentir-se só. Mas, ao invés de tomar uma atitude a esse respeito, ocupou-se em trabalhar na cozinha, lavando louças e panelas. Sua ação encontrava-se em desequilíbrio com seus pensamentos e sentimentos.

Os graus de congruência e incongruência são aspectos importantes no plano psicológico de vida de cada pessoa. As pessoas saudáveis querem ser livres para escolher e determinar suas vidas, em vez de existir como simples fantoches operados por demônios internos, ou por estímulos externos. Elas lutam por algo mais do que adaptação - elas querem crescer e desenvolver seu potencial.



Fonte: UOL