Mostrando postagens com marcador Juliete Stricknerh. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Juliete Stricknerh. Mostrar todas as postagens

domingo, 18 de novembro de 2012

QUANDO UMA PORTA SE ABRE


Por Volnei Kowalski e Juliete Stricknerh


Quando uma porta se abre e o que os olhos de uma pessoa veem, são dois corpos sem roupas em um lugar onde não era para estar causa um turbilhão de sentimentos e sensações na cabeça da pessoa que acabara de presenciar tal fato.

O primeiro sentimento é o da ausência, a pessoa imagina que sexualmente foi incapaz de satisfazer seu parceiro, ao ponto que ele teve que buscar essa satisfação em outros lugares. É uma mistura de sentimentos, um remorso por talvez ter sido tão limitada na cama. Afinal de contas, o mundo está cheio de tentações, basta querermos prova-las e nos deliciar! Apenas falta nos permitirmos usar desse recurso na cama, e satisfazermos as vontades sem culpa e sem remorso!

A segunda sensação são as comparações inevitáveis, em relação ao corpo. Perguntas como: Será que estou fora do padrão? Será que o corpo da pessoa é mais atraente que o meu? Será que essa pessoa sabe usar o corpo de uma forma melhor que eu? O que falta em mim, que a outra pessoa tem?

A terceira e ultima sensação citada neste, se refere ao que fazer diante de tais fatos, mesmo sendo presenciado é doloroso presenciar o ato sexual de duas pessoas que não eram para estar ali, como reagir diante de tal situação?

No entanto saber que a traição chegou a tal ponto envolvendo o ato sexual é a pior arte do enredo... Afinal usou-se do desejo, de vontades, e saciou o mesmo, ou seja, a traição foi a fundo! Sem medo e sem privações. O fato de saber que outro alguém sentiu o cheiro, o gosto, o beijo, passeou pelo corpo, percorreu caminhos dos quais você percorreu ou gostaria.

Nem sempre essas questões são respondidas automaticamente, requer tempo e habilidade na cabeça da pessoa que presencia um ato de traição. E talvez nunca entenda! Para algumas pessoas a sexualidade ainda é tabu, é tema que não se discute, que não se usa abertamente! Falar de sexo é talvez mais difícil do que fazer sexo em sim!

Neste texto tratamos ato de traição puramente como ato sexual, não levando em consideração o envolvimento de sentimentos, apenas a expressão do ato sexual.




ESTE AUTOR ESTÁ PARTICIPANDO DO CONCURSO PARA NOVO COLUNISTA DO BLOG PSICOQUÊ?. 
O VENCEDOR SERÁ AQUELE QUE TIVER CONSEGUIDO O MAIOR NÚMEROS DE LIKE.