quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

SOBRE O MEDO

Durante toda a nossa vida o medo aparece em diversos momentos e situações. Na história da humanidade, ele foi e tem sido importante para sobrevivermos e evoluirmos. Atualmente ele ainda exerce essa função, nos fazendo dirigir com cuidado, na dedicação ao estudar para provas, na preparação adequada para uma apresentação e no cuidado que tomamos ao atravessar uma rua, além de diversas outras situações que poderíamos enumerar aqui.

Quando o medo se torna um problema?

Existe uma dosagem de medo adequada, considerada “saudável”. Se temos pouco medo nos descuidamos e o perigo aumenta. E se temos medo em demasia deixamos de fazer as coisas, o que traz enormes prejuízos às diversas áreas de nossa vida (profissional, social, e/ou conjugal).
Quando o medo é demasiado ou irracional ele pode se transformar no que chamamos de transtorno ansioso. A ansiedade e o medo proporcionam uma sensação parecida, porém o primeiro aparece sem que exista realmente um perigo ou ameaça. Pessoas que sofrem com esse medo ou ansiedade acabam tendo comportamentos de evitação, ou seja, evitam entrar em contato com aquilo que lhe causa medo.
Elas desenvolvem uma série de sintomas físicos e psicológicos como:
  • Taquicardia;
  • Falta de ar;
  • Tremores;
  • Sudorese;
  • Tonturas;
  • Grande necessidade de urinar ou evacuar;
  • Nervosismo;
  • Dificuldade de se concentrar;
  • Irritabilidade;
  • Insegurança;
  • Insônia.

O que fazer se o medo começou a atrapalhar minha vida profissional, social ou conjugal?

A terapia comportamental pode ajudar pessoas que sofrem nessas situações, ensinando técnicas que serão aplicadas nas sessões ou em casa, e que buscam como resultado a diminuição dos sintomas físicos e psíquicos. E com isso possibilitando com que a pessoa volte a desempenhar suas atividades com tranquilidade e sem temor.
Autora:  (Psicóloga CRP 06/98165)

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