sexta-feira, 6 de junho de 2014

"TU TRABALHA TAMBÉM OU SÓ DÁ AULA?"

UMA REFLEXÃO DO TRABALHO DE DOCENTES UNIVERSITÁRIOS


Esta escrita se refere a uma reflexão sobre as considerações desenvolvidas a partir da dissertação de mestrado intitulada “‘Se eu tirar o trabalho, sobra um cantinho que a gente foi deixando ali’: Clínica da Psicodinâmica do Trabalho na atividade de docentes no ensino superior privado”.

O estudo desenvolvido teve como foco principal a compreensão das vivências de prazer e sofrimento no contexto de trabalho das Instituições de Ensino Superior (IES) privadas, centrando especialmente no modo como esta relação produz impactos na saúde mental destes trabalhadores.

Com este trabalho pretendeu-se problematizar a experiência do trabalhador docente que, mesmo com uma formação qualificada (mestrado e doutorado) e contínua, não escapa dos reflexos produzidos pelas transformações no mundo e nas relações de trabalho, o que acarreta, inevitavelmente, consequências para a saúde mental. Assim, por meio deste levantamento sobre as repercussões que esta modalidade de trabalho produz na vida e, mais especificamente na saúde destes indivíduos, também foi possível evidenciar as estratégias que, de alguma forma, preservam a saúde mental destes trabalhadores, impedindo assim o adoecimento mental.

A constante exigência por produtividade ligada a um contexto de trabalho mentalmente insalubre favorecem o desenvolvimento de sentimentos de sofrimento no trabalhador. Entretanto, de alguma forma este mesmo sujeito, muitas vezes, parece encontrar estratégias para defender-se de tal situação, enquanto em outras situações começa a questionar-se, analisando o cenário laboral no qual está inserido e assim, passa a buscar novas fontes de prazer no trabalho.


CONTEXTUALIZAÇÃO

A educação superior no Brasil tem representado um importante fator para o atual contexto econômico e social, de modo que a pesquisa e a inovação representam fatores que agregam valor à economia baseada no conhecimento. No País, a formação superior tem sido realizada em grande escala nas Instituições Privadas (FERNANDES; GRILLO, 2001).

A expansão de instituições de ensino superior vem acontecendo em grande escala no Brasil, tem trazido, como consequência, uma sobrecarga de trabalho para àqueles que nelas atuam,o que tem repercutido tanto na saúde física e quanto mental deste trabalhadores.

O trabalho relativo à docência superior, exige múltiplos saberes e competências tanto pedagógicas como científicas relativas a especialidade de cada professor. Ademais requer características como polivalência, flexibilidade e criatividade para lidar com as exigências e peculiaridades da profissão que envolvem desde situações de conflito até mesmo as relações de competitividade na academia (PIMENTA e ANASTASIOU, 2005).


Teoricamente, este estudo foi fundamentado na Psicodinâmica do Trabalho (DEJOURS, 2004a; MENDES 2007) e nas Clínicas do Trabalho (BENDASSOLLI; SOBOLL, 2010), o que inclui a Clínica da Psicodinâmica do Trabalho (MENDES e ARAÚJO, 2011).

A Psicodinâmica do Trabalho é essencialmente uma disciplina clínica que tem como princípio o conhecimento e descrição das relações entre saúde mental e o trabalho. É também uma campo teórico que visa registrar os resultados desta investigação clínica da relação dos sujeitos com o trabalho (DEJOURS, 2004b).

Configura-se como objeto de análise das clínicas do trabalho a dimensão sociopsíquica do trabalho. Por isso, parte-se da análise da organização do trabalho no sentido de investigar e compreender de que forma desenvolve-se a produção de subjetividade e os processos de saúde-adoecimento.

O meio para desenvolver esta análise é a observação das estratégias de ação utilizadas pelos sujeitos para confrontar a organização do trabalho. Esta é considerada responsável pela forma como essas estratégias são constituídas, à medida que proporciona ou não espaço para a expressão do sofrimento, para a cooperação e reconhecimento, promovendo a saúde e/ou favorecendo o desenvolvimento de patologias (MENDES, 2007).

A expressão Clínica da Psicodinâmica do Trabalho remete a uma identidade que busca correlacionar a ação na clínica, pois se procura articular a ação a partir da emissão da fala. Neste sentido a fala assume uma eficiência quando é processada nos termos de elaboração-perlaboração, possibilitando a transformação por meio da passagem do espaço de discussão para a ação (MENDES; ARAÚJO, 2011).

A partir deste processo mediado pelo falar, escutar e as trocas produzidas ocorre a perlaboração daquilo que se experiência no trabalho. Isto diz respeito a uma elaboração com maior profundidade, de caráter reflexivo, o que provoca uma modificação na relação subjetiva dos trabalhadores com sua própria atividade. (BENDASSOLLI, SOBOLL, 2010).


METODOLOGIA

A metodologia se baseou nos pressupostos teóricos e práticos da Psicodinâmica do Trabalho (PdT). Embora nesta investigação não foi possível desenvolver a metodologia strictu sensu em PdT em função das limitações do campo de pesquisa. Conforme Dejours (2004a), a intervenção em Psicodinâmica do Trabalho representa uma operação mais analítica e metódica do que usualmente ocorre nos espaços de trabalho.

Os participantes da pesquisa foram18 professores universitários de cursos de graduação ou pós-graduação que trabalham em instituições de ensino superior privado (Universidade, Centros Universitários e Faculdades) do Estado do Rio Grande do Sul.  A amostra caracterizou-se por dez participantes do gênero feminino e oito do gênero masculino. Os referidos participantes possuíam, na fase da pesquisa de campo, idades entre 27 a 48 anos, obtendo-se uma média de 35,2 anos.  A titulação destes professores também variou entre especialistas, mestres e doutores. O tempo de atuação como docente universitário variou de 3 meses a 16 anos, alcançando uma média de 5,5 anos. A carga horária semanal teve uma variação de entre 4 horas e 40 horas, sendo que a média ficou em 26,2 horas de trabalho semanais.


ANÁLISE E DISCUSSÃO

Os comentários verbais emitidos pelos trabalhadores foram organizados em três eixos temáticos sendo eles: Organização do Trabalho, Atividade Docente: Ser Professor Universitário e Estratégias de Saúde. Após esta organização os eixos-temáticos foram sub-divididos em sub-eixos temáticos para facilitar a compressão da análise das informações levantadas.

O primeiro eixo, chamado “Organização do Trabalho” buscou relacionar as questões próprias da organização, execução e supervisionamento do trabalho nas universidades. Dejours (2004a; 2004b, 2000), apresenta a ideia que as novas formas de organizar o trabalho expõe um modo de dominação social requintado, muitas vezes difícil de ser percebidos pelos atores que a compõe. Isso diz respeito as contradições nas regras, objetivos e meios de controle, em que as exigências mesmo presentes e percebidas pelos trabalhadores passar a ser inviabilizadas. Sendo assim representam uma ameaça tanto no contexto individual quanto coletivo, provocando a sensação de instabilidade, medo e desestabilização dos grupos de trabalho.

As questões mais relevantes que dizem respeito a organização do trabalho na educação superior privada envolvem temas como a mercantilização do conhecimento, as formas de gestão e direcionamentos, os tempos e ritmos, o controle dentre outros assuntos. Outro aspecto relevante é a (não) possibilidade de haver um espaço para discussões sobre as questões que envolvem o trabalho na educação superior.


Um tema que merece destaque é o cotidiano de trabalho dos docentes que tem ocasionado sobrecarga de trabalho e, a partir disso, influências na saúde psíquica e física dos professores. A falta de tempo e o desejo de ter “mais tempo”, não só livre, mas mesmo para se dedicar ao trabalho é uma constante no trabalho docente. Essa sensação é incutida pela reestruturação do trabalho que faz com que muitas vezes os trabalhadores sintam-se culpados por pensarem que não estão se doando o suficiente, o que faz parecer que “sempre acha que tá devendo tempo”. Isso acontece porque a carga de trabalho é tão grande que dificilmente se consegue dar conta no horário de trabalho prescrito pelas IES.

[...] acho que o mundo do trabalho hoje é muito cruel, em relação ao tempo por isso, porque a gente sempre acha que tá devendo tempo, quando não, quando a gente deveria ter mais tempo livre [...]

A questão da Instabilidade da carga horária e a insegurança provocada por este contexto de trabalho, em que não se sabe quantas disciplinas irá ministrar no próximo semestre, exige uma reorganização constante por parte dos docentes. O que mostram os relatos é o fato de que suas vidas se alteram de semestre para semestre, pois não há “garantia de nada aqui dentro”, sendo que“qualquer um pode ser o próximo a tá fora daqui”

[...] a gente se decepcionou muito com a instituição, [...] a gente não tem garantia de nada aqui dentro, a gente pode ser demitido [...]

Pesquisas recentes indicam que as condições de trabalho dos professores estão em um processo crescente de precarização e desvalorização. Tal fato é percebido especialmente pelos baixos salários, múltiplos empregos, postura corporal inadequada, exposição a ruídos, infraestrutura precária e carência de recursos materiais e humanos que intensificam a sobrecarga de trabalho dos professores (SOUZA et al, 2003).

[...] essas cadeiras que tu estás vendo aqui aonde os alunos são atendidos, são péssimas [...].

[...]nunca tem disponível um guichê pra ti orientar ali, então o local de orientar é na praça de alimentação que é na rua, que é aberta, então no inverno é desumano [...].

O cotidiano de trabalho dos professores universitários é caracterizado pelo excesso de atividade e que na maior parte do tempo dizem respeito a atividades ligadas ao ensino. A pesquisa não é uma atividade que recebe incentivo por parte das IES privadas, sendo que quando existem há muitos critérios e um processo burocrático para o desenvolvimento desta atividade o que faz com que, em alguns casos, os professores desenvolvam a pesquisa de forma voluntária. Apesar das adversidades encontradas neste âmbito do trabalho há um desejo muito grande de se trabalhar neste campo já que se acredita que, além do ensino, a pesquisa é fundamental para uma formação de qualidade.

[...] isso já nos foi dito em reunião, que a instituição ali, ela incentiva em ensino... fundamental é o ensino, [...] não precisa pesquisa, extensão [...].

[...]é uma coisa de trabalhar só dando aula, aula, aula, não se entende que existem coisas pra além de uma sala de aula [...].

[...]não vão se iludir, que se tu fizer o doutorado tu vai voltar pra cá e vai ter um incentivo, que vai ter um grupo de pesquisa, porque a faculdade não é isso [...] então tem, pra mim é bem paradoxal assim, tem um discurso que é feito, mas na real não se cumpre [...].

No eixo Atividade docente: Ser Professor Universitário são referenciados os temas ligados a atividade do professor universitário, que relaciona a importância que o trabalho docente tem na vida destes trabalhadores, apresentando as características do trabalho em si, incluindo os desafios, as adversidades e realizações, representando também a dinâmica de prazer e sofrimento na atividade docente.

[...] então, assim, eu acho que é isso que é interessante da profissão né, embora seja uma profissão eu acho que extremamente, eu acho que é gratificante e é estressante ao mesmo tempo [...].

Entendido como produção da vida, o trabalho ocupa um lugar fundamental na especificidade humana, elementar na realização social dos sujeitos. É mediante o trabalho que se desenvolve a humanização dos atores sociais e para a própria condição de existência (ANTUNES, 1995).

Ah eu adoro, eu adoro... é por isso que 8 horas da manhã eu to aqui, além das atividades oficiais eu faço as não oficiais. Porque eu gosto muito, assim, acho, eu acho muito bom, assim é... a sensação de enfim, de estar numa sala de aula, de repassar conhecimento, de, ahm, enfim trabalhar com os alunos [...]

O terceiro eixo se dedicou a discutir as estratégias de saúde, que tem como intuito preservar a saúde mental dos trabalhadores.Podem ser coletivas ou individuais e são elaboradas como uma tentativa de proteger a saúde mental de elevados níveis de sofrimento e adoecimento (Dejours, 2004a).

As estratégias de defesa foram organizadas em dois sub-eixos: estratégias defensivas conservadoras da organização do trabalho e estratégias defensivas de permanência do sujeito no trabalho. As primeiras se referem às estratégias que não modificam a organização do trabalho, mas que podem abalaro desejo e a motivação de dar continuidade a carreira docente.

[...] eu tento não manifestar muito meu descontentamento para pessoas quem não interessa isso, até porque não vai adiantar, mas eu tento fazer um bom trabalho com os meus alunos, respeito meus colegas enfim [...].

[...] bom a instituição está de portas abertas, se quiser sair né, fique a vontade, que é o movimento que muita gente faz né [...].

As segundas, mesmo não provocando alterações na organização do trabalho, são estratégias que permitem aos docentes vislumbrarem um trabalho possível e com saúde nas universidades, representando um fator de manutenção da atividade no campo acadêmico.

[...] mas que eu acho que a gente cria estratégias pra sobreviver...

[...] e todos que eu to conversando assim, dizem “Eu tô cansado, eu não tô bem”, mas vamos lá, assim contagem regressiva tá acabando... [...]

As entrevistas foram percebidas por alguns entrevistados como um espaço para a reflexão sobre si e sobre suas práticas como docentes universitários. Foi possível perceber, em alguns casos no próprio momento da entrevista e em outros após as entrevistas, por meio da verbalização dos participantes, que este “poro reflexivo” na jornada de trabalho, que praticamente nunca se encerra, impulsionou alguns movimentos de mudanças, mesmo que em nível micro-social.

[...] aí eu fico falando contigo e vou me dando conta né [risos], vou me dando conta disso né, eu não tenho, é o trabalho, o trabalho eu diria que é 80% da minha vida hoje, se eu pudesse fazer uma pizza, aqui é o... o resto é trabalho, trabalha, é coisas do trabalho, né, que remetem ao trabalho...

Para Dejours (2004a), poder falar com outra pessoa, compartilhar seu mundo, é a maneira mais potente de repensar o vivido.É por meio da palavra que se acessa a realidade vivenciada pelo trabalhador, por isso é pela palavra que se chega a perlaboração que permite refletir sobre as experiências vividas.


CONSIDERAÇÕES

Esta pesquisa se propôs discutir as vicissitudes do trabalho no contexto acadêmico com ênfase na atividade do professor universitário. Os resultados indicam que o trabalhador docente de IES privadas apresentam uma jornada extensiva de trabalho que com frequência invade a vida fora do trabalho, evidenciando a sobrecarga de atividades que lhes é solicitada cotidianamente.  Mesmo assim, sabe-se que estas circunstâncias de trabalho não tem recebido a devida atenção no sentido de promover a elaboração de políticas públicas que visem a saúde e o bem-estar em relação ao trabalho docente.

Ser mal-remunerado, ter uma jornada de trabalho extensa, onde não há tempo disponível para preparação e correções de atividades, e também não há tempo reservado para se dedicar a uma qualificação ou até mesmo cursos de atualizações, somadas as escassas oportunidades para a troca coletiva, são fatores que comprometem a qualidade do ensino e, principalmente, a saúde dos docentes.

Tais elementos se referem à conquista de um espaço onde seja permitido discutir as questões do trabalho, um lugar de fala e escuta possibilitada pela troca de experiências. Outro aspecto, diz respeito à obrigatoriedade da distribuição na jornada de trabalho dos professores, de um tempo compatível com o tempo de preparação de aulas e atividades acadêmicas. Uma menor carga horária direcionada ao trabalho em sala de aula, também foi um importante fator evidenciado, sendo que uma parte da carga horária semanal remunerada deve ser destinada ao desenvolvimento de atividades ligadas a extensão e, especialmente, à pesquisa e a um período destinado a qualificação.

Com a finalização desta pesquisa fica o desejo de que o trabalho docente seja valorizado e reconhecido, tanto pelas instituições nas quais trabalham os professores universitários, como na esfera social pelos diferentes atores que a compõe.

Para Dejours (2004a), o sofrimento também pode ser considerado um ponto de partida, pois é a partir dele que a mobilização pela transformação pode acontecer. A potência da pesquisa em clínica do trabalho está no fato de que mesmo quando não se pode trabalhar em nível macro, promovendo alterações altamente significativas, deve-se atuar de forma múltipla no nível micro, acreditando mesmo na pequena mudança e movimentação (movimento para a ação) e dessa forma, nas transformações na vida dos trabalhadores.

Para que esta prática que vise à transformação se efetive é necessário transcender o espaço físico das IES e levar esta discussão sobre o sofrimento no trabalho docente para outras esferas. Isso tem o principal intuito de tornar este problema público e, assim, construir estratégias que implementem, de forma eficaz, políticas que viabilizem a saúde dos professores universitários.



REFERÊNCIAS:

ANTUNES, Ricardo. Adeus ao Trabalho? Ensaios sobre as Metamorfoses e a Centralidade do mundo do trabalho. Campinas, SP: Cortez, 1995.

Bendassolli, Pedro; Soboll, Lis. Andrea. P. Introdução às Clínicas do Trabalho: aportes teóricos, pressupostos e aplicações. In:Bendassolli, Pedro; Soboll, Lis. Andrea. P. (Orgs.). Clínicas do Trabalho: Novas perspectivas para a compreensão do trabalho na atualidade. São Paulo: Atlas, 2010.

DEJOURS. Christophe. A Banalização da Injustiça Social. Rio de Janeiro, RJ: FGV, 2000.

DEJOURS. Christophe. In: LANCMAN, Selma; SZNELWAR, LaerteIdal (Org). Christophe Dejours -  Da Psicopatologia à Psicodinâmica do Trabalho.Rio de Janeiro: Ed. Fiocruz, Brasília: Paralelo, 2004a.

DEJOURS. Christophe. Subjetividade, trabalho e ação. Revista Produção,  São Paulo,  v. 14,  n. 3, dez.  2004b.   Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script= sci_arttext&pid=S010365132004000300004&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em:  jan.  2012. 

FERNANDES, Cleoni; GRILLO, Marlene. Educação Superior: travessias e atravessamentos. Canoas. Editora da ULBRA. 2001.

PEREZ, Karine Vanessa. Se eu tirar o trabalho, sobra um cantinho que a gente foi deixando ali: Clínica da Psicodinâmica do Trabalho na Atividade de Docentes no Ensino Superior Privado. Porto Alegre: UFRGS, 2012. 246 p. Dissertação (Mestrado em Psicologia Social e Institucional) – Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social e Institucional, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2012.

MENDES, Ana Magnólia. Teoria. In: MENDES, Ana Magnólia. Psicodinâmica do trabalho: teoria, método e pesquisa. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2007.

MENDES, Ana Magnólia; ARAÚJO, Luciane Kozicz Reis. Clínica Psicodinâmica do Trabalho. 1. Ed. Brasília: Ex-Libris, 2011. 

PIMENTA, Selma Garrido; ANASTASIOU, Léa das Graças Camargos. Docência no ensino superior. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2005.

SOUZA, Kátia Reis et al. A trajetória do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro (Sepe – RJ) na luta pela saúde no trabalho. Ciência & Saúde Coletiva 2003: 8(4): 1057-68.



Nota: Pesquisa desenvolvida no Mestrado no Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social e Institucional da Universidade Federal do Rio Grande do Sul - PPGPSI/UFRGS, defendida em março de 2012 (PEREZ, 2012).


Fonte: (EN) CENA

0 comentários:

Postar um comentário