segunda-feira, 3 de março de 2014

PSICOPATIA EM MULHERES

Em geral, a psicopatia caracteriza-se por insensibilidade absoluta, crueldade, impulsividade, emoções superficiais e ausência de remorso para os atos cruéis.
 
Falta ao psicopata, empatia para com as pessoas à sua volt...a. Os psicopatas são manipuladores e em geral, por causa da impulsividade, tendem a envolver-se em atividades criminosas.
A impulsividade é um traço preponderante e até mesmo definidor da psicopatia.

Psicopatas não aprendem com as punições e nem com a experiência e, por essa razão, são encontrados mais facilmente entre os marginais aprisionados.

Eles acreditam ter uma certa imunidade natural para os limites da vida.
 
Mas a grande maioria dos psicopatas não está atrás das grades e sim, vivendo de forma comum, sem nunca terem passado por uma delegacia.
 
Eles casam-se e tem filhos que serão pessoas problemáticas porque nós sabemos hoje, que o ambiente tem um poder enorme sobre o desenvolvimento e rumos do psiquismo.
 
A psicopatia é uma doença mental que tem vários graus de severidade. Quando inteligentes, os psicopatas geralmente são persuasivos, carismáticos e podem induzir as pessoas à sua volta a fazer coisas que eles não querem ou não se sentem capazes de fazer. São indivíduos extremamente manipuladores. Psicopatas em geral são mentirosos, mas, não aceitam quando a mentira é aplicada a eles e por isso, exigem fidelidade e verdade daqueles com quem se relacionam.
 
São muito preocupados consigo próprios. Outra característica dos psicopatas é que não fazem planos a longo prazo e também não assumem a responsabilidade por suas ações. Mas essa descrição é estabelecida para psicopatas do sexo masculino.
 
 
''Será que há uma correspondência de comportamentos para as mulheres? ''
 
Vários grupos de pesquisa compostos por psicólogos e psiquiatras americanos têm se dedicado a estudar a psicopatia no sexo feminino. Em geral os estudos estão sendo feito em prisões femininas com mulheres que matam e agridem freqüentemente.
 
As conclusões atuais mostram que a psicopatia severa entre mulheres é muito rara. O número de mulheres psicopatas pode ser previsto como sendo um terço daqueles números prevalentes entre homens e que, por sua vez, correspondem a 2 ou 3% da população geral. Os profissionais chegaram às seguintes conclusões provisórias com relação à psicopatia feminina: Os sintomas iniciais em geral, surgem já no inicio da vida.
 
1. Em alguns casos parecem existir evidências de que, quando crianças, essas mulheres sofreram abusos sexuais (não é uma condição necessariamente obrigatória).
 
2. Tanto os homens como as mulheres partilham de um processo comum na infância: negligência e abusos na relação com os pais.
 
3. Na melhor das hipóteses, as mulheres psicopatas foram criadas em famílias onde eram introvertidas e tinham um profundo sentimento de isolamento.
 
4. Na adolescência elas tornam-se adictas de várias substâncias como álcool e drogas.
 
5. Podem apresentar comportamentos sexuais perversos.
 
6. Essas mulheres têm um contato instável com a realidade. Esses contatos tendem a ficar mais precários em situações emocionais intensas.
 
7. As mulheres psicopatas não apresentam problema com a impulsividade que é um traço considerado central na psicopatia masculina. Alguns estudiosos consideram que as mulheres psicopatas tendem a ser mais paranóicas e histéricas.
 
8. Assim como os homens, as mulheres psicopatas têm grande necessidade de controle e de poder. São persuasivas, sedutoras e carismáticas, mas obtém seu intento de forma diferente.
 
9. As mulheres psicopatas não gostam de serem contrariadas.
 
10. Há muitos traços nas psicopatas femininas que coincidem com os traços encontrados nos homens como insensibilidade, violência e agressão sem que isso implique em culpa. Suas emoções são superficiais, achatadas.
 
11. As mulheres psicopatas em geral, estão entre aquelas que assumem papeis preponderantes nos cuidados com os demais, como por exemplo, enfermeiras e parteiras. Gostam de cuidar das pessoas á sua volta.
 
Aliás, foram nessas profissões que surgiram as grandes psicopatas femininas e que tornaram-se serial Killers.
 
Como foi observado pelos pesquisadores, as mulheres portadoras de psicopatia severa, na verdade, são casos muito raros. Mas existem. Segundo Hare, um pesquisador há muito, envolvido com a pesquisa da psicopatia e seu tratamento, desconfia que existem algumas alterações cerebrais envolvidas na psicopatia.
 
Se você se interessa pelo assunto, veja o artigo, Psicopatia, já publicado por Psipoint.
 
Uma questão que sempre chama a atenção é que as pessoas, ainda nos dias de hoje, tendem a ver tais atos como fruto de um comportamento maldoso e não como fruto de uma doença muito séria.
 
Creio que essa postura acaba trazendo alguns lucros que podem, num outro momento, revelarem-se perversos. A doença, principalmente os transtornos de personalidade, são condições que podem passar despercebidas por muitos anos até que um dia se manifestam de maneira violenta e então, nos confrontam com o que há de pior na vida: a morte e a violência. Essa manifestação pode ser desastrosa e sempre vai depender do stress a que o indivíduo é submetido.
 
 
GRANDES ASSASSINAS

 
Elizabeth Bathory - Hungria
 
Matou de 40 a 600 pessoas entre 1600 e 1611. Ninguém sabe ao certo o número de vítimas. Interessada em magia negra e acredita que ficaria jovem para sempre se tomasse banho em sangue humano. Então, matava e usava o sangue das vítimas. Nunca foi condenada.
 
 
Mary Ann Cotton – Inglaterra
 
Matou de 15 a 21 pessoas, entre 1852 e 1872. Envenenava suas vítimas com arsênico. Matou todos os maridos e boa parte dos filhos. O objetivo era ficar com o seguro deixado pelos maridos, eliminando possíveis herdeiros rivais. Foi enforcada em 24 de março de 1873.
 
 
Marybeth Tinning – EUA
 
Matou nove ou mais pessoas, entre 1972 e 1985. Matou todos seus nove filhos, mas confessou ter sufocado apenas três. Condenada em 1987, cumprindo pena até hoje.
 
 
Martha Beck -EUA
 
Formou com o amante uma das mais famosas duplas de serial killers no final dos anos 40.
Conhecidos como Lonely Hearts, por escolherem suas vítimas, entre viúvas de veteranos de guerra, através de correios sentimentais em jornais. Martha manipulava o parceiro, era fria e calculista, apresentava-se como irmã mais nova e juntos praticavam os crimes.
 
Finalmente teve seu fim na cadeira elétrica. Graças aos empenho de dois detetives, inconformados com a audácia e crueldade das mortes, lutaram até o fim para capturar a dupla.
Sua historia foi filmada com o nome de Lonely Hearts ou Os Fugitivos, o papel de Martha coube a grande atriz Salma Hayek.
 
 
Marie Noe – EUA
 
Matou oito de seus dez filhos, entre 1940 e 1968. Teve dez filhos que morreram um depois do outro. Confessou ter asfixiado quatro deles, mas as provas indicavam que era culpada pelo assassinato de pelo menos oito.
 
 
Belle Gunnes – EUA
 
Matou mais de 40 pessoas, entre 1900 e 1908. Seus dois maridos morreram subitamente, além de uma sogra, dois filhos e diversos amantes. Envenenou boa parte das vítimas. Em 1908, desapareceu e não foi encontrada.
 
 

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