terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

9 DICAS PARA A PROCURA DE EMPREGO

Devido à situação económica de vários países da comunidade europeia e não só, estar-se desempregado é uma situação cada vez mais comum, sendo assim é necessário preparar-se.
 
Tendo em conta o estado atual do mundo e da europa em particular, cada vez mais é difícil, para não dizer impossível (man)ter um mesmo emprego a vida toda como acontecia à uns anos atrás, assim existirão períodos de mudança, períodos de desemprego, aos quais devemos estar preparados.
 
Vou deixar algumas dicas para facilitar essa mudança, facilitando também a empregabilidade. Todas as dicas, têm como base a proatividade, comprometimento na mudança e na procura, sendo o sujeito co-criador da sua própria realidade, este terá uma elevada responsabilidade na sua empregabilidade.
 
1-Seja ativo na procura de emprego. – Não espere que o emprego lhe bata à porta ou que o venham chamar para trabalhar. Não se restrinja à inscrição no Centro de Emprego, indo para casa esperando. Procure “ativamente” emprego. Mexa-se!
 
2- Defina um plano. – Uma boa forma de aumentar a eficiência na procura de emprego é definir um plano. Ações caóticas, aleatórias e descontroladas, normalmente não resultam em “bons resultados”. Defina objetivos, horários, ações, etc. Assim aumenta a sua eficiência e comprometimento. Defina objetivos da forma SMART
 
3- Marketing pessoal. – Dê-se a conhecer! Não se restrinja a enviar emails a empresas, pois estas recebem centenas/milhares e o seu email é “mais um” ! Não espere que as empresas leiam todos os email de pessoas que enviam pedindo emprego, mas caso o fizessem seria o “suficiente diferente” das restantes pessoas, que justificasse ter o emprego? Caso possa, vá pessoalmente às empresas, essa presença será o seu “destaque” entre os restantes, pois só uma pequena parte dos sujeitos que enviam emails às empresas se mobilizam a ir pessoalmente, mas essa “mobilização” poderá fazer a diferença. Participe em eventos, voluntariados, entre outros, pois é uma forma de ir-se atualizando, desenvolvendo competências e conhecendo pessoas.
 
4-NetWorking. – Construa uma rede de contatos, conheça pessoas, pois acredite ou não, mais que as suas habilitações, conhecer as pessoas certas revela-se mais importante. Pois se formos a ver, ter um trabalho é não mais que convencer uma pessoa (patrão) que temos valor e se tivermos mais pessoas que sabem o nosso valor, maior a probabilidade de ter o emprego.
 
5-Currículo e Carta de apresentação. – Sempre ouvimos falar que é bom ter um “vasto currículo”, mas será que as empresas estão interessadas e têm tempo para ler esse “vasto currículo”? Seja claro e simples, não complique, seja diferente. Faça uma carta de apresentação (de uma folha), que resuma o seu currículo e no seu currículo foque-se no essencial. O ideal seria especificar uma carta de apresentação e um currículo para cada empresa, pois cada empresa procura competências e conhecimentos distintos.
 
6-Valoriza-se. – Adquirir mais conhecimentos e competências, enriquecer o currículo, muitas vezes é uma opção. Aposte em si, expanda os seus horizontes. Muitas vezes uma formação que vai de encontro ao que o mercado de trabalho deseja, pode ser a solução.
 
7-Não se restrinja a determinada área.- Quantas vezes profissionais tiram uma licenciatura ou um mestrado e ficam restritos apenas aquela área de conhecimento/competências. Abra os seus horizontes. Pouco é mais que nada! Por vezes um emprego considerado de “segunda” é melhor que a espera eterna do emprego ideal. Contudo isso não implica que se conforme, que deixe de lutar por algo melhor, pelo contrário, veja esse emprego menos bom como uma possível “alavanca” sendo útil de alguma forma para atingir o emprego que ambiciona.
 
“Se você me der 6 horas para derrubar uma árvore, vou gastar as primeiras 4 afiando meu machado.” Lincoln
8- Você é co-criador da sua realidade. – Poderá existir inúmeras variáveis fatores que influenciam o fato de estar desempregado, no entanto é possível garantir que não são todas externas, assim sendo você é Co-Criador da sua realidade e do seu estado de empregado ou desempregado. Não adianta queixar-se, atribuir culpas a fatores externos, ou mesmo enviar uns emails a empresas para acalmar a consciência. Você pode fazer mais que isso!
 
9- É importante encontrar-se! – Num processo de crise, mudança, é fundamental o autoconhecimento. Saber as prioridades, o que é importante e o irrelevante. Faça-se as perguntas: O que realmente quero? O que para mim é prioridade?   Se a pessoa ou as pessoas, as quais estou dependente economicamente desaparecesse o que faria? Não estarei inconscientemente a sabotar as minhas ações, visto que inconscientemente estou a ganhar “algo” com o estado de desempregado(a)? Não me sentiria melhor se me sentisse útil, mesmo que numa área sem ser a minha?
 
“Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe pra onde ir.” Sêneca
 
E você, segue estes 9 pontos?
 
 
Fonte: PsicologiaFree

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