sexta-feira, 15 de março de 2013

ONG PSICÓLOGOS DO TRÂNSITO


PSICÓLOGOS DO TRÂNSITO



Grupo de atores ameniza o estresse no trânsito


A ONG Psicólogos do Trânsito tenta, por meio do riso,
reduzir a tensão gerada pelos congestionamentos da capital paulista.
O trabalho da ONG é um exemplo de gentileza na cidade.
Num cruzamento de grande circulação de carros e ônibus, motoristas, caronas e pedestres param e observam uma cena inusitada: uma trupe de palhaços, ou melhor, clows, faz uma performance na faixa de pedestres. As estripulias daquela turma, vestida de maneira engraçada, vêm acompanhada de mensagens positivas: "Viver e não ter a vergonha de ser feliz"; "Dançar, dançar, dançar". A reação das pessoas é instantânea e destoa do semblante sempre amarrado do paulistano em um típico engarrafamento da cidade: aplausos, gritos entusiasmados e... risos, muitos risos.

A cena citada acima faz parte do cotidiano de uma trupe Psicólogos do Trânsito, formada por jovens que acreditam que a alegria e as risadas são um elixir para a rotina apressada nas grandes cidades. "Nosso objetivo é reduzir o estresse, humanizar e promover a paz no trânsito de São Paulo", afirma o idealizador da ONG Psicólogos do Trânsito, Guilherme Brandão.

O trabalho dos Psicólogos do Trânsito é independente e voluntário. Tudo o que construíram até agora foi com investimento pessoal. "Em um ano, gastei 27 mil reais. Deixei de lado minhas próprias contas para pagar o boleto de marcas e patentes, por exemplo. Compramos câmera fotográfica, de vídeo", conta Guilherme.

Além de promover o entretenimento no farol, a ONG que difunde a máxima "Um dia sem sorrir, é um dia desperdiçado", pretende ir além. A trupe planeja ministrar cursos profissionalizantes para pessoas carentes e firmar parcerias para auxiliar quem sofreu traumas relacionados ao trânsito.

Atualmente, os Psicólogos do Trânsito se apresentam na esquina das ruas Henrique Schaumann e Teodoro Sampaio, em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, às segundas e sextas-feiras, das 19 às 21 horas. Isso se não chover. "A ideia é tocar as pessoas no dia mais chato e mais legal da semana", explica Guilherme Brandão.

Para saber mais

Psicólogos do Trânsito www.psicologosdotransito.com.br.



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