segunda-feira, 17 de setembro de 2012

SOLUÇÃO PARA FOBIA DE AGULHAS

Você sabia que 10% da população mundial tem fobia de agulhas? Eu não estou falando de um simples medo, mas de fobia: a sensação de taquicardia (batimento acelerado do coração), sudorese (suor em excesso) e hiperventilação (respiração acelerada podendo gerar sensação de falta de ar) só de chegar perto de uma agulha. Muitos dizem que preferem morrer a tomar uma injeção (alguns devem ter morrido mesmo por não terem tomado alguma injeção importante).

Embora nossa história de vida modele a pessoa que somos, nunca devemos esquecer que todos nós da espécie humana compartilhamos centenas de milhares de anos de evolução, portanto
alguns medos e prazeres são comuns a todos por terem sido importante para a espécie durante a evolução, como o gosto pelo açúcar e o medo de barulhos estranhos na escuridão da noite.

O tão comum medo de agulhas pode ter parte de sua origem em nossa evolução, em que foi necessário evitar dentes, garras, presas e armas pontiagudas. Em nossa história particular, se tivermos experiências desagradáveis com agulhas esse medo pode se tornar exagerado (fobia) e até se generalizar para outros estímulos associados, como seringas, médicos, jalecos e hospitais.

A terapia comportamental tem um histórico brilhante no tratamento de fobias, com suas técnicas de relaxamento e de dessensibilização. No entanto, estas técnicas podem custar tempo (e dinheiro). Para quem não quer seguir este caminho uma alternativa parece estar próxima: as microagulhas.

Com um décimo da largura de um fio de cabelo, a microagulha não atinge os nervos abaixo da pele, portanto não causa dor. Elas se dissolvem na pele e aparentemente ativam o nosso sistema imunológico de maneira mais eficaz que as injeções tradicionais.

Estas microagulhas ainda estão em fase de testes e devem entrar em circulação só daqui a alguns anos e não substituirão todas as injeções (por exemplo, não servem para coletar amostras de sangue), mas já quebram um galhão pra
quem tem fobia de agulha.


Fonte: PSICOLÓGICO

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