terça-feira, 4 de outubro de 2011

MALDITA VIOLÊNCIA INFANTIL

"Art. 3º A criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se-lhes, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade.

Art. 4º É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência 
familiar e comunitária.

Art. 5º Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais."

Começou hoje em algumas redes sociais uma campanha contra a violência infantil. Os usuários como forma de protesto, colocaram no lugar da foto do seu perfil, algumas imagens de desenhos animados que marcaram de alguma forma a infância.

Acho válido esse tipo de campanha, tanto que eu mesmo aderi a ela, porém campanhas virtuais sozinhas não farão com que a violência infantil acabe.

Juntamente com protestos em redes sociais, devemos agir na "vida real" também. Quantos de nós não nos omitimos em relação a esse tipo de violência?

Como isso acontece?
Toda as vezes que vemos de alguma forma crianças sendo vitimizadas, mal tratadas e não fazemos nada!
Muitos de nós, quando nos encontramos em situações como esta, preferimos ficar calados, e não nos metermos, para que assim não venhamos a nos "prejudicar". Porém, ao fazermos isso, não nos damos conta, de que a única pessoa que sairá prejudicada na situação, sempre será a criança.

Está mais do que na hora de nós, profissionais de psicologia, serviço social, pedagogia, agronomia, neurociência, enfim, nós CIDADÃOS ADULTOS, de começarmos a zelar realmente pelo bem estar de nossas crianças. Não somente com campanhas virtuais, mas principalmente com atitudes.





Daniel Toledo
Graduando de Psicologia pela Faculdade da Amazônia
Membro do Coletivo Organizador do Encontro Regional de Estudantes de Psicologia das Regiões Norte e Nordeste

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